16 de Agosto – Afinal – Fotos

Seguem fotos tiradas do Facebook de vários locais onde ocorreram manifestações contra Dilma, Lula, o PT, o Foro de São Paulo e de um “novo” membro da quadrilha: Renan Calheiros.

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16 de Agosto 2015 – Nem Garanhuns, cidade natal de Lula, tolera mais o molusco

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16 de Agosto 2015 – Brasília

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16 de Agosto 2015 – Brasília Assusta o Palácio do Planalto

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16 de Agosto 2015 -Pernambuco

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16 de Agosto 2015 – Porto Alegre

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16 de Agosto 2015 -Salvador

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16 de Agosto 2015 -Rio de Janeiro

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16 de Agosto 2015 -São Paulo

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16 de Agosto 2015 Vitória

16 de agosto – Afinal!

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Quem conhece o Rio de Janeiro, sabe o que acontece com nossas praias num domingo de sol, com temperatura próxima aos 40º C. Para se ter uma ideia do que significou esta manifestação em termos de carioquice, dê uma olhada na praia e o respectivo calçadão. Isto diz tudo.

Quanto à matéria reproduzida a seguir, é preciso que se diga toda a verdade. Eu estava lá e presenciei boa parte do que aconteceu! Enquanto milhares de manifestantes pediam o impeachment de Dilma e gritavam palavras de ordem contra Lula e o PT, a equipe de reportagem da Rede Globo entrevistava algumas pessoas que pediam a Intervenção Constitucional Militar, talvez tentando o truque aplicado no passado, de noticiar que o evento pedia a volta das Forças Armadas – o que, em minha opinião, ainda acredito que seja a solução mais rápida para evitar a total comunização bolivariana do Brasil, mas deixa isso para lá – Quando o caminhão do Movimento Brasil Livre (MBL-RJ) avistou e compreendeu a estratégia da Globo, chamou os repórteres para irem até o caminhão e entrevistá-los, ao MBL, e eles diriam o verdadeiro motivo da manifestação (já que os repórteres da Globo aparentavam não ter entendido bem o que acontecia à sua volta (!!)). Foi informado aos manifestantes que a GLOBONEWS noticiava o evento como “um protesto contra a corrupção”, o que não era verdade. Era um protesto pelo impeachment da Dilma, contra Lula e pela exclusão do PT do cenário político nacional. Obviamente, a intervenção do MBL desviou a atenção dos manifestantes e um grupo se dirigiu até aonde estava a equipe da Globo, com cartazes e gritando frases de protesto.

Ato contínuo, um grupo de PMs, dos que acompanhavam a manifestação, se dirigiu imediatamente ao local, obviamente para proteger os funcionários da Rede Globo (ainda bem que a PM estava por ali, não é Rede Globo?!) enquanto o carro do MBL pedia que os manifestantes se afastassem e que deixassem a Globo trabalhar em paz. Informou-se que eles tinham o direito de fazer o trabalho deles e que a maneira em que iriam noticiar o evento era problema da consciência deles (dos repórteres). Deixou claro que estávamos todos ali para lutar pela liberdade de imprensa e CONTRA a “democratização” dos meios de comunicação que o PT está louco para impor – destruindo e amordaçando, inclusive, o emprego deles, a própria Rede Globo. A manifestação continuou sua marcha em direção ao Copacabana Palace, onde se dissolveu e o resultado do acontecimento está na notícia publicada hoje no G1,

Em minha opinião, independente do que diga situação e os vendidos que a propagandeiam, o evento foi um sucesso. Um sucesso mas que não significa o fim da luta. Pelo contrário, ela não começou ainda. Estamos nos primeiros movimentos de sairmos da letargia de 50 anos de doutrinação marxista. Muito ainda precisa ser feito. Vamos ver como o Congresso reage.

Leiam a notícia e tirem suas próprias conclusões:

Fonte: IG
Autor:
Título: Equipe da TV Globo é expulsa de protesto contra Dilma na praia de Copacabana
Disponível em: http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2015-08-16/equipe-da-tv-globo-e-expulsa-de-protesto-contra-dilma-na-praia-de-copacabana.html
Acesso em: 17 ago 2015

Profissionais quase foram agredidos; em SP, funcionários da emissora refugiaram-se junto à PM durante ato pró-governo
O Dia

Uma equipe da TV Globo foi expulsa do protesto pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) realizado neste domingo (16) na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, após gritos de “Fora Globo” puxados pelo carro de som do Revoltados Online e do Movimento Vem Pra Rua.

Os profissionais quase foram agredidos. Uma minoria tentou apoiar o trabalho dos jornalistas, mas os profissionais, xingados, foram no Rio e tiveram de ser escoltados pela PM; obrigados a sair da manifestação pela Rua Bolívar, escoltados pela PM. O repórter Paulo Renato Soares e outros quatro profissionais da Globo acabaram impedidos de realizar seu trabalho.

Em São Paulo, uma equipe da emissora foi hostilizada durante a manifestação em apoio ao governo Dilma realizada por sindicatos e movimentos sociais junto à sede do Instituto Lula. Após gritos de “O povo não é bobo, abaixo a Rede Globo” e “A verdade é dura: a Rede Globo apoiou a ditadura”, os profissionais decidiram se afastar do ponto de concentração do evento e se refugiar junto a carros da PM.

No Rio, pedidos de votla do regime militar

O clima de revolta contra o PT deu o tom da manifestação no Rio. O protesto reuniu diversas famílias e, principalmente, pessoas que pedem a volta do regime militar no País. Populares gritam frases contra o ex-presidente Lula e, alguns, palavras de baixo calão sobre Dilma. O juiz Sérgio Moro, responsável pelas investigações da Operação Lava Jato, foi lembrado em faixas de apoio.

Faixas pedem por uma intervenção militar no País e o impeachment da presidente. O protesto, com muitas pessoas vestidas com camisas do Brasil, reúne, em sua maioria, manifestantes de mais de 45 anos, de classe média e classe média alta.

Cinco carros de som seguiram pela orla de Copacabana. Os grupos “Extermínio do Foro de São Paulo”, “Não união de combate à corrupção” e “Pesadelo dos políticos”, se reuniram em um deles e durante pronunciamentos, falaram palavras de baixo calão sobre a presidente.

A personal trainer Gilda Ramos, de 40 anos, chamou Dilma de “vaca” em resposta a um homem que se identificou como “Capitão Brasil”. José Roberto, de 51 anos, afirmou que respeita Dilma pela idade, mas que ela “não sabe de nada”.

Outro carro de som reúne manifestantes a favor de uma intervenção militar no País. Segundo esses manifestantes, muitos vestidos em trajes militares, Dilma é comunista e as escolas do País educam as crianças para serem socialistas. O grupo cantou o hino nacional e o da bandeira, além de músicas contra o ex-presidente Lula.

O militar da reserva do Exército Antônio Saulo, de 63 anos, criticou a proibição do militar de se manifestar. Ele foi ao protesto com um jipe, que no bagageiro tem um boneco vestido de soldado com uma faixa que diz: “Militar é um representante do povo”.

“A faixa é só para lembrar que as pessoas do Brasil precisam de respeito, como os militares conseguiram dar o País”, dizia o comerciante Carlos Cardoso, de 70 anos.

O nome de Lula é, por muitas vezes, mais mencionado no ato do que o da própria presidente. Frases como “Lula cahaceiro devolve o meu dinheiro” e “Nossa bandeira não será vermelha”, são entoadas pelos manifestantes.

Volta da monarquia

Em um protesto marcado por pedidos de intervenção militar e impeachment, alguns resolveram se manifestar pela volta da monarquia no Brasil e carregavam bandeiras do tempo do império. Outros levaram suas panelas às ruas em sinal de revolta. “A panela está vazia porque está tudo muito caro, o alimento está caro e a inflação alta. Eu bato panela para tirar a Dilma e o PT”, declarou Maria Sales, de 45 anos.

Há ainda um grupo que pede assinaturas para tentar um projeto de lei no Congresso contra a corrupção. Além disso, muitos se manifestam a favor do juiz Sérgio Moro, responsável pelas investigações da Operação Lava Jato. Diversas pessoas carregam cartazes com a frase “Eu apoio o juiz Moro” e “#EuApoioALavaJato”

Os protestos contra o governo petista seguem País afora. Nas redes sociais, manifestantes usam as hashtags #ForaDilma e #VemPraRua e publicam diversos registros dos protestos pelo País.

Manifestantes foram às ruas em Bauru, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Brusque, Chapecó, Concórdia, Juiz de Fora, Maceió, Mogi das Cruzes, Recife, Ribeirão Preto, Piracicaba, Salvador, São José do Rio Preto, Timbó, Uberaba, Uberlândia e Volta Redonda.

*Com iG São Paulo

Fonte: O Dia

Mais fotos da manifestação em vários Estados no próximo post

16 de agosto – Falta 1 dia – Parte I

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O Deputado Federal Carlos Sampaio (PSDB-SP), autor da matéria, compara os movimentos “espontâneos” e “pacíficos” de junho de 2013, aos movimentos de 15 de março, 12 de abril e agora, de 16 e agosto de 2015. Talvez o sr. Deputado não tenha tido tempo de ler o livro de Flávio Morgenstern, “Por Trás da Máscara”, que esclarece a origem daqueles movimentos: uma tática trotskysta usada pelos partidos radicias de esquerda que organizaram o tal movimento “espontâneo” de 2013.

Nada mais falso! Basta comparar os efeitos destrutivos dos movimentos “espontâneos” de 2013 com os efeitos dos atuais, realizados em 2015.

Os protestos de março abril e de agora, 16 de agosto, não têm absolutamente nenhuma relação com os protestos movidos pelo PSOL, PSTU, Black blocs e Mídia NINJA de junho de 2013. A matéria lida assim, sem conhecer o que estava por trás dos movimentos “pacíficos” de junho de 2013, acaba favorecendo a mais uma apropriação indébita dessa minoria radical de um movimento que na realidade é contra tudo que eles têm feito no país nos últimos 50 anos

Fonte: Opinião do UOL
Autor: Carlos Sampaio
Título: País mostrará nodomingo que a paciência com Dilma acabou.
Disponível em: http://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/2015/08/14/pais-mostrara-no-domingo-que-a-paciencia-com-dilma-acabou.htm
Acesso em: 15 ago 2015

As manifestações de junho de 2013 foram o primeiro sinal de que a população brasileira queria mudanças na forma de governar o Brasil e melhorias nos serviços públicos. Nos protestos de março e abril deste ano, milhões de brasileiros voltaram às ruas de todo o país para criticar o governo Dilma Rousseff e a corrupção desenfreada, exigindo mudanças de uma forma mais contundente diante de tantos escândalos de corrupção e de tanta mentira evidenciada nos primeiros meses do segundo mandato da presidente.

Agora, uma nova data já está marcada para que os brasileiros exerçam a democracia e retornem às ruas: 16 de agosto. Mas, desta vez, a paciência acabou. Os atos não serão apenas para protestar ou para cobrar novos rumos na política e na gestão pública. Agora, os brasileiros sairão às ruas para pedir o fim do governo da presidente Dilma.

Cansados de tanta bandalheira praticada por um governo incompetente e que, em poucos meses, levou o país a uma gravíssima crise econômica, ética e política, indignados com a roubalheira institucionalizada do dinheiro público em “petrolões”, “eletrolões” e outros escândalos, os brasileiros já decidiram que o único caminho para o nosso país é a saída da presidente.
Motivos legais e morais não faltam para que a petista deixe o comando do Executivo. Tenho sido voz ativa, como deputado federal e líder do maior partido de oposição no Congresso, na tarefa de mostrar à nação todas as possibilidades legais de impedimento de Dilma.

Seja pelo julgamento das “pedaladas fiscais” pelo TCU (Tribunal de Contas da União) ou pela análise, no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), do abuso do poder político-econômico ocorrido nas últimas eleições e já confirmado por depoimentos formais de delatores na Operação Lava Jato. Neste último caso, novas eleições seriam realizadas, o que legitimaria, com muito mais força, o novo mandatário na árdua missão de transpor os obstáculos deixados pelo governo do PT.
Mas, seja pela motivação jurídica do impeachment, seja pela cassação de mandato, o certo é que, agora, essas possibilidades são referendadas pela vontade popular, razão de ser de uma democracia. Pesquisas recentes já comprovam, em números, o que todos sabemos na observação dos fatos: quase 7 em cada 10 brasileiros querem a saída da presidente e a esmagadora maioria desaprova seu governo e a considera responsável pela corrupção.

Por tudo isso, no próximo dia 16 de agosto, a população brasileira vai dar mais do que uma demonstração de inconformismo. Vai voltar às ruas para fazer valer a sua vontade e dizer “basta” ao desgoverno e à corrupção. Um “basta” à Dilma e ao PT, para o bem do país!

Carlos Sampaio, 52 anos, é Deputado Federal (PSDB-SP) e lider do PSDB na Camara. (fonte: http://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/2015/08/14/pais-mostrara-no-domingo-que-a-paciencia-com-dilma-acabou.htm Acesso: 15 ago 2015.